A Lista de Classificação Internacional de Doenças publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) visa padronizar a codificação de doenças e demais problemas relacionados a saúde. Tal padronização torna-se importante tanto para a comunicação com órgãos governamentais (como a Previdência Social), como na tradução da nomenclatura para outro idioma, evitando equívocos.

Apesar da sua importância, não é obrigatório o uso da CID-10 em atestados, devido ao sigilo médico/paciente. Entretanto, nenhuma empresa pode recusar o atestado médico.

A sigla CID-10 é utilizada pelo fato do catálogo estar em sua décima versão. Porém, há previsões de uma nova atualização para 2018, que passará a ser empregada a sigla CID-11.

Cada código da Lista CID 10 é formado por uma letra seguida de números e permite a identificação de todas as doenças conhecidas, bem como os sintomas, queixas de pacientes, aspectos anormais, circunstâncias sociais e causas externas para ferimentos ou doenças.

Atualmente, a tabela da CID contém 22 capítulos divididos em 275 grupos, com 2.045 categorias e 12.451 subcategorias. Tais categorias podem englobar um grupo de enfermidades equivalentes ou originadas pelo mesmo princípio, como por exemplo, doenças infecciosas, transtornos mentais e comportamentais, doenças do sangue, entre outras.